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Forças sírias bombardeiam Damasco com helicópteros

baauer Escreveu:Ataque garantiu às forças de Assad retomarem territórios dos rebeldes.
Oposição ao governo diz ter conquistado parte de fronteira com Turquia.

Forças sírias bombardearam partes de Damasco com helicópteros de combate neste domingo (22), informou a agência Reuters com base em relatos de testemunhas, retomando territórios dos rebeldes uma semana após os combatentes iniciarem o que chamaram de batalha final pela capital.

Em escalada adicional do conflito envolvendo oponentes do presidente Bashar al-Assad e que se transformou em guerra civil, os combates também se espalharam ao redor da sede da sede do principal órgão de inteligência na maior cidade da Síria, Aleppo - principal centro comercial e industrial do país - e em Deir al-Zor, no rio Eufrates, a maior cidade do leste.

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Os rebeldes disseram que capturaram uma terceira fronteira com a Turquia neste domingo, Bab al-Salam, ao norte de Aleppo, enquanto as autoridades iraquianas informaram que as forças sírias tinham recuperado o controle de um dos dois pontos fronteiriços tomados pelos rebeldes na fronteira com o Iraque.

Bombardeios com helicópteros

Os bombardeios com helicópteros em Damasco e Deir al-Zor mostraram determinação do presidente Bashar al-Assad para recuperar o controle, depois que uma bomba matou quatro membros de seu alto comando, no golpe mais grave da revolta que dura mais de 16 meses.

Os rebeldes foram expulsos de Mezze, o bairro diplomático de Damasco, segundo moradores e ativistas da oposição, e tropas de elite da Quarta Divisão estavam cercando o bairro do norte de Barzeh, uma das três áreas do norte atingidas pelos ataques dos helicópteros. A quarta divisão é chefiada pelo irmão mais novo de Assad, Maher al-Assad, de 41 anos, que é amplamente visto como a força que mantém quatro décadas de governo da minoria Alawite da família Assad.

Seu papel se tornou mais crucial, já que a defesa de Assad e os ministros de inteligência, um alto general e seu poderoso cunhado, foram mortos por uma bomba na quarta-feira, como parte do "Vulcão de Damasco" feito por rebeldes que buscam transformar a situação em uma revolta inspirada pelos levantes da Primavera Árabe na Tunísia, Líbia e Egito.

Assad não falou em público desde o bombardeio. Diplomatas e fontes da oposição disseram que as forças do governo estavam se focando em centros estratégicos, com um diplomata ocidental comparando Assad a um médico "abandonando os membros do paciente para salvar os órgãos".

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g1
 
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