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Espanha chega à final 'sem atacante' e Itália é comandada por 9 polêmico

Depois de empatarem em 1 a 1 na primeira fase da Eurocopa 2012, Itália e Espanha já têm novo encontrado marcado: a final da competição, no próximo domingo. E, para chegar até a última partida do torneio, os dois times tiveram que passar por seleções tradicionais e acabaram vivendo situações opostas. Enquanto os espanhóis avançaram sem ter um "homem-gol" definido, já que Fernando Torres não convenceu, os italianos tiveram sua campanha marcada por um camisa 9 bastante polêmico: Mario Balotelli
29/06/2012 07h30 - Atualizado em 29/06/2012 07h46
Espanha chega à final 'sem atacante' e Itália é comandada por 9 polêmico
Enquanto Vicente del Bosque teve problemas para escalar o setor ofensivo da Fúria, Mario Balotelli brilhou com grande astro da Azzurra na Euro 2012
Por GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro


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Depois de empatarem em 1 a 1 na primeira fase da Eurocopa 2012, Itália e Espanha já têm novo encontrado marcado: a final da competição, no próximo domingo. E, para chegar até a última partida do torneio, os dois times tiveram que passar por seleções tradicionais e acabaram vivendo situações opostas. Enquanto os espanhóis avançaram sem ter um "homem-gol" definido, já que Fernando Torres não convenceu, os italianos tiveram sua campanha marcada por um camisa 9 bastante polêmico: Mario Balotelli.

Duelo de camisas 9: Torres não consegue se firmar, mas Balotelli brilhou na semifinal (Foto: Getty Images)
O atacante do Manchester City já chegou à Euro com polêmica, dizendo que mataria quem o ofendesse com racismo nos jogos na Polônia e Ucrânia. A ameaça não intimidou alguns torcedores, que imitaram macacos quando Balotelli pegava na bola e geraram multas da Uefa. Até mesmo um jornal italiano teve que pedir desculpas por causa de uma charge do atleta caracterizado como King Kong. Dentro de campo, o camisa 9 demorou a corresponder às expecativas, mas brilhou na hora decisiva: dois gols na vitória de 2 a 1 sobre a Alemanha, que garantiu a Azzurra na final do torneio e na Copa das Confederações de 2013.
Apesar de a Espanha ter marcado oito vezes na competição, o técnico Vicente del Bosque teve problemas ofensivos desde o começo da Eurocopa. Fernando Torres foi eleito o dono da vaga de centroavante no início, mas ainda não convenceu. Depois de começar no banco contra a Itália, o jogador do Chelsea marcou duas vezes sobre a Irlanda (4 a 0), mas passou em branco novamente diante da Croácia (1 a 0). Por isso, nas quartas de final, o treinador preferiu atuar com Fàbregas como "falso 9" (como na estreia) e, nas semifinais, apostou em Negredo – que também não fez jus à expectativa.
Balotelli também foi mal no primeiro clássico - quando perdeu um gol incrível - e na segunda rodada, contra a Croácia (1 a 1). Foi parar na reserva contra a Irlanda, mas mas saiu do banco para marcar para a Azzurra no 2 a 0 e protagonizou uma das grandes cenas da Euro até aqui: o “cala-a-boca” dado por Bonucci. Nas quartas de final contra a Itália, “Super Mario” tentou várias vezes e não marcou (0 a 0, triunfo nos pênaltis), mas decidiu diante da Alemanha nas semifinais e deu a vaga à Itália com dois gols.
Anexos
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