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Entenda o que os cientistas já sabem sobre a formação de tornados

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O estado de Oklahoma, atingido por um tornado nesta segunda-feira (20), faz parte de uma região conhecida como “corredor dos tornados”, que tem uma das maiores incidências globais do fenômeno. Os Estados Unidos são o país onde esses ventos são mais comuns – são cerca de 1,2 mil por ano.

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Um tornado é uma coluna de ar que gira em redemoinho em uma velocidade que pode ultrapassar os 400 km/h – o que faz dele o fenômeno natural com maior capacidade de destruição local.

Embora os tornados possam ocorrer em qualquer época do ano, os meses de maio e junho – primavera no hemisfério Norte – são os que têm mais ocorrências na região. É quando a massa de ar frio que vem do Canadá se encontra com a massa de ar quente que vem do Caribe sobre as planícies do centro do país, onde está Oklahoma.


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Os cientistas ainda não conseguiram desvendar todos os mistérios por trás dos tornados, mas conhecem algumas das condições necessárias para que eles se formem. A principal delas é a presença de nuvens muito carregadas, o que ocorre quando essas massas de ar se encontram.

Essas nuvens – chamadas de cumulonimbus – puxam ar de áreas mais baixas, como as planícies. Dentro delas, o ar circula muito, adquire grande velocidade e forma colunas de ar. Quando essa coluna desce até o solo, forma um tornado.
As informações do infográfico abaixo foram obtidas junto à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês).


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