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Como Ajudar A Uma Pessoa Viciada.

eu sei que muitos vão julga esse topico ... mais nao e todos que tem uma familia perfeita . !


COMO AJUDAR ?

Não é errado amar uma pessoa viciada: errado é permitir que ela continue a viciar-se. Há uma maneira afetuosa par que você ajude a uma pessoa que se encontra dominada por um vício, seja ele qual for.

Sempre que existe um problema de vício (toxicomania, alcoolismo, etc.) na família, os membros não viciados evitam encará-lo. Independente do caos que isto esteja ocasionando, muitos se recusam a culpar a droga ou dizem simplesmente: “Se houver problema mais sério, eu tomo providência.” Estas pessoas se apegam a uma esperança de que logo o problema vai acabar, ou acham que o vício se acabará sozinho. Nada disso porém vai acontecer. Não com a maioria dos viciados.

A pessoa viciada não tem forças para enfrentar seu problema sozinha. Necessitará de toda ajuda possível. Sem muita ajuda, com certeza ela fraquejará. Você não precisa esperar que uma pessoa viciada venha suplicar-lhe ajuda. Precisa entender que o viciado, sabe que o é, e de certo modo, procura negar esta verdade, por sentimento de culpa, vergonha ou medo de ver a sua imagem destruída. Muitos insistirão em afirmar que não são dependentes de algum vício. Não espere que um viciado venha até você solicitar algum tipo de ajuda. Você é que tem o dever de ajudá-lo voluntariamente, apoiá-lo e orientá-lo. Para tanto a primeira coisa a ser feita é a INICIATIVA.

A INICIATIVA, não é confrontação. É uma maneira, cuidadosamente ensaiada, de você dizer exatamente à pessoa que ama, como é que o uso da droga ou vício que tem, a está prejudicando. Mas não diga isto a sós com a pessoa viciada, pois o resultado será desprezível. É importante combinar com amigos, membros da família, pessoas que você sabe serem importantes na vida do viciado, tudo quanto irão dizer-lhe. De nada adianta dizer para uma pessoa viciada: “Se você gosta mesmo de nós, pare de viciar-se.” Tal coisa não dará em nada. Você deixará a pessoa constrangida e o efeito será nulo. Ela poderá ficar ressentida e fugir da companhia de todos, recusando-se a colaborar. A melhor maneira de tomar a INICIATIVA, é preparar um programa de ação. Eis os passos da INICIATIVA:


1° Todas as pessoas reunidas para falar com o viciado, devem saber o máximo sobre a vida dele, sobretudo sobre os danos que o vício está causando à pessoa.

2°. Devem conhecer de um modo satisfatório os efeitos e conseqüências do vício, para transmitirem isto ao viciado.

3°. Devem falar franca e positivamente ao viciado, dizendo-lhe apenas a verdade, sobre as conseqüências morais, mentais, física e sociais que ele pode estar causando ou causará.

4°. Devem ter em mãos um PLANO DE AÇÃO, um PROGRAMA, para que o viciado possa iniciar imediatamente. Os problemas devem ser abordados de modo enfático, e em seguida serem apresentadas soluções viáveis.

5°. Caso o viciado já esteja numa fase crônica, não relutem em encaminhá-lo para uma clínica de recuperação e assumirem todas as responsabilidades. Para tanto, devem buscar antecipadamente todas as informações acerca da clínica, dos médicos, do custo e período de tratamento. Todas as coisas devem ser anunciadas ao viciado, durante a conversa de INICIATIVA.

6°. Se o caso é muito grave, é importante ter um profissional competente para orientar o grupo de INICIATIVA. Um psicólogo, ou psiquiatra, pode dar sugestões importantes.

7°. Não relutem em comunicar à empresa, escola ou qualquer outra instituição freqüentada pelo viciado, que ele precisará de toda ajuda possível, quer recebendo uma licença para tratamento, ou mesmo férias antecipadas. É muito provável que estas instituições já tenham pensado nisto.

8°. Cada um dos participantes da INICIATIVA deve ler ou falar alguma coisa sobre o vício, sendo que tudo deve ser ensaiado e revisado por um especialista.

9°. Mostrar ao viciado como é que ele fica ou se comporta quando está viciado. As conseqüências que ele traz para si e para as demais pessoas.

10°. Caso a pessoa viciada esteja correndo risco de vida por causa do vício, é bom que lhe sejam tirados a carteira de habilitação e o veículo, bem como deve ser advertido que enquanto não se curar, não terá permissão para guiar automóvel. Tal decisão será tomada para proteger a vida da pessoa viciada e dos demais.


A Intervenção


Depois da INICIATIVA, o segundo passo a ser tomado é a INTERVENÇÃO. O processo pode ser variado e deve seguir sempre a indicação de especialistas, quando o caso for grave. Como saber se o caso de um viciado já é grave? Basta que peçam a opinião de 5 pessoas conhecidas do viciado. Qualquer pessoa de bom senso saberá identificar o grau de desequilíbrio de um viciado. Caso a maioria determine que o grau é máximo, então o viciado deve ser imediatamente encaminhado a uma clínica de tratamento e reabilitação.

Quando ficar constatado que o vício ainda não atingiu o grau máximo, então pode ser criado um PROGRAMA de reabilitação e encorajamento. O programa deste livro pode servir e ser adaptado para qualquer viciado em grau moderado.

Para cumprir o programa estabelecido neste livro, é necessário que todos que rodeiam a pessoa viciada lhe dêem auxílio, quer ajudando na organização de tabelas, listas, gravações, quer seja participando de atividade recreativas e dialogando com a pessoa que está se reeducando.

Você pode criar um grupo de apoio ao viciado, instituindo prêmios, reuniões e outras atividades que ajudem a preencher o espaço vazio causado pelo afastamento do vício. Lembre-se que a terapia mais conhecida é o trabalho. É importante manter a pessoa reeducada em atividade. Se ela ficar num canto, abandonada e marginalizada, é muito provável que volte ao vício como fuga da realidade, principalmente se ele estiver relacionado com drogas de qualquer espécie.

Ajudar um viciado a reabilitar-se é um tarefa difícil e requer uma grande dose de energia. É necessário desenvolver um verdadeiro sentimento de amor pela pessoa viciada, pois é de amor e carinho que ela mais necessita.

Uma personalidade frágil é sem dúvida a mais fácil de ser enredada pelo vício. Desde cedo é importante dar à criança carinho, apoio e atenção, do contrário esta poderá ser presa fácil dos traficantes, das más companhias e mesmo dos sentimentos de nulidade, comuns em pessoas rejeitadas e menosprezadas. Num livro como este, que visa apenas estabelecer um programa de conscientização e de auto-ajuda, seria por demais inconveniente falar-se de educação familiar, dos meios de preventivos para evitar a viciação prematura de crianças e adolescentes. Qualquer pessoa que tenha amor aos filhos deverá procurar informações específicas em livros, com especialistas e pessoal ilustradas, para adquirirem um modo mais eficaz de lidar com eles, de modo a evitar que se ciciem. O bom exemplo será sempre a principal regra a ser obedecida.


Vício de drogas – O que é isso?

Vício de drogas é uma dependência obsessiva em uma droga legal ou ilegal. Drogas podem incluir medicamentos de receita, drogas ilegais e álcool. Apesar de um viciado poder usar mais de uma droga, ele geralmente tem uma “droga de preferência” – seu vício mais forte para vencer.

Um viciado pode ser dependente emocionalmente, psicologicamente e / ou fisicamente, dependendo das drogas sendo usadas. Seus desejos intensos para ingerir a droga podem levá-lo a se utilizar de qualquer forma para obtê-la. Satisfazer seus desejos torna-se a sua prioridade principal – mesmo ao ponto de perder tudo que uma vez chegou a ser importante: emprego, lar, amigos e família.

Vício de drogas –Uma história pessoal
Vício de drogas em adolescentes pode ser destruidor e perigoso à vida. Aprenda do que tenho a compartilhar... essa é a minha história.

Aos 13 anos de idade, minha filha teve seu primeiro contato com maconha. Depois de usar a droga algumas vezes, Stacy já estava viciada. Minha filha começou a ter amigos diferentes (que eu não conhecia). Ela ficou mal humorada, desonesta, rebelde e desinteressada em seus estudos. Pelos primeiros meses, eu não pude compreender o que estava acontecendo com minha filha que costumava ser tão doce, cheia de compaixão, honesta e respeitosa.

Durante esse tempo, minha vó morreu. Tínhamos sempre sido bem próximos dela, mas a reação da Stacy foi indiferente, fria e até mangando da minha reação emocional.

Essa experiência me acordou. Eu tinha que fazer algo. De coração partido e desesperada, eu consultei o conselheiro ginasial de sua escola; ele garantiu-me que não tinha drogas naquele campus. Meus instintos me disseram o contrário.

A seguir, eu levei a Stacy a um conselheiro de um programa de tratamento de drogas. Lá, a Stacy admitiu que estava viciada em maconha. Ele concordou ficar para fazer tratamento – um compromisso de 30 dias!

Vício de drogas – Encontrando ajuda
Ajuda ao vício de drogas aparece de várias formas e programas de tratamento. Esse primeiro programa de 30 dias foi o primeiro de 4 programas que minha filha frequentou durante os 3 anos seguintes. O último programa exigia várias horas durante um ano completo, pois era um programa residencial a várias horas de distância. Os tratamentos ajudaram? Bem, sim e não. Eles me ajudaram (como uma codependente) e ajudaram a Stacy a aprender sobre as consequências destrutivas das drogas. Mas eles funcionaram para quebrar o vício e ajudá-la a se recuperar? Infelizmente, não.

A dor de começar a ver minha filha estragar e desperdiçar sua vida quase era mais do que eu podia aguentar. Era como se estivesse vendo Stacy cometer suicídio aos poucos e eu não podia fazer nada. Através desse pesadelo torturante, no entanto, algo realmente ajudou.

Eu comecei a frequentar reuniões para os parentes de viciados em drogas. Através dessas reuniões, eu pude encontrar apoio e empatia. Mais importante, eu fui encorajada a retornar às minhas raízes espirituais.

O grupo reconhecia que Deus é a única fonte de controle verdadeiro sobre nossos parentes e batalhas. Ao longo dos anos, apesar de ter me desviado de viver uma vida espiritual, eu sabia que o que a Bíblia ensinava ainda era verdade.

Minha filha agora já tem 33 anos de idade. Ela tem tido longos períodos de lucidez, mas continua voltando ao vício. Ela acaba vivendo uma vida sem emprego, incapaz de ter filhos e com problemas de saúde duradouros. Eu ainda oro por ela diariamente. Enquanto grupos de apoio ao tratamento podem ajudar, eu sei que só Deus pode totalmente e permanentemente livrá-la de seu vício. Quando tudo falhar e ela entregar o controle de sua vida a Cristo, Ele vai libertá-la do seu vício.

"Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas" (Provérbios 3:5-6).

"Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á" (Mateus 7:7-8).

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve"
 
bryan w Escreveu:eu sei que muitos vão julga esse topico ... mais nao e todos que tem uma familia perfeita . !


O problema também fica mais grave quando o viciado se afasta de sua família , não é todo viciado que tem uma família e nem toda família apoia ajuda o viciado a tomar uma iniciativa de largar das drogas ! isso é oque tem de muito no brasil, o cara vai pra esses rumos ai e depois não consegue sair porque ? Porque ou ele abandonou a família ou a família perdeu as esperanças de ele se recuperar, quando isso acontece raramente a pessoa consegue largar sendo assim ou ela ira morrer ou vai ser presa roubando para manter o vicio por ai ! :roll: meu caso ^^ brinkz.