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A lição que vem do Rio

O Rio de Janeiro dribla o declínio, volta a olhar para o futuro e se torna um exemplo para as metrópoles do Brasil.
Em julho de 2016, quando os cariocas passarem a pira olímpica para os organizadores dos Jogos de 2020 – as candidatas são Tóquio, Istambul, Madri, Doha e Baku –, o Rio de Janeiro será outra cidade. A capital fluminense, como San Francisco ou Lisboa, voltará a ter bondes charmosos circulando pelo centro da cidade – numa versão moderna, os Veículos Leves sobre Trilhos, ou VLTs. Como em Buenos Aires, a antes decadente zona portuária voltará a ser um polo de negócios e turismo – o primeiro passo foi a inauguração do Museu de Arte do Rio (MAR), na semana passada. Como em Tóquio ou Berlim, grandes obras arquitetônicas embelezarão a região central, caso do Museu do Amanhã, iniciativa da prefeitura do Rio de Janeiro e da Fundação Roberto Marinho, com projeto arquitetônico encomendado ao escritório do espanhol Santiago Calatrava. Como em Paris ou Barcelona, avenidas fechadas para automóveis serão transformadas em bulevares.

Fonte:Revista epoca Plantao Mundo <
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